28.6.10
Ansiedade
22.6.10
Casinha Branca.*
Mesmo nome...de músicas diferentes.
http://www.youtube.com/watch?v=P8BIpRfB1vU&feature=related
Casinha Branca
Gilson
Eu tenho andado tão sozinho ultimamente Que nem vejo a minha frente Nada que me dê prazer Sinto cada vez mais longe a felicidade Vendo em minha mocidade Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e uma janela Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar pela cidade À procura de amizades Vou seguindo a multidão Mas eu me retraio olhando em cada rosto Cada um tem seu mistério Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e uma janela Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e uma janela Para ver o sol nascer ..
Casinha Branca.
Casinha Branca
Renato Teixeira
Fiz uma casinha branca Lá no pé da serra Prá nós dois morar Fica perto da barranca Do Rio Paraná A paisagem é uma beleza Eu tenho certeza Você vai gostar Fiz uma capela Bem do lado da janela Prá nós dois rezar Quando for dia de festa Você veste o seu vestido de algodão Quebro meu chapéu na testa Para arrematar as coisas do leilão Satisfeito eu vou levar Você de braço dado Atrás da procissão Vou com meu terno riscado Uma flor do lado e meu chapéu na mão Vou com meu terno riscado Uma flor do lado e meu chapéu na mão.
21.6.10
Consc.
17.6.10
Pounds
16.6.10
Relevar..
9.6.10
Agradecimento
2.6.10
Chuá chuá
Fecho os olhos e lembro da casa do Tio Sebastião e da Tia jô de São Tiago, na época em que morávamos lá. Engraçado como aquilo era tão comum e eu tão nova que não dava a importância que dou hoje.
Nem precisa dedicar!
Chuá, chuá
(Pedro Sá Pereira e Ary Pavão)
Deixa a cidade formosa morena Linda pequena e volta ao sertão Beber da água da fonte que canta E se levanta do meio do chão Se tu nasceste cabocla cheirosa Cheirando a rosa, no peito da terra Volta pra vida serena da roça Daquela palhoça no alto da serra E a fonte a cantar, chuá, chuá E as água a correr, chuê, chuê Parece que alguém que cheio de mágoa Deixaste quem há de dizer a saudade No meio das águas rolando também A lua branca de luz prateada Faz a jornada no alto do céu Como se fosse uma sombra altaneira Na cachoeira fazendo escarcéu Quando essa luz na altura distante Loira ofegante no poente a cair Dai essa trova que o pinho descerra Que eu volto pra serra que eu quero partir
No rastro da lua cheia
Só sei que essa saudade do mato molhado, da roça e do sereno aumentam a cada dia.
No Rastro da Lua Cheia
Almir Sater
http://www.youtube.com/watch?v=dC-iOtYsI9A&feature=related
No quintal lá de casa Passava um pequeno rio Que descia lá da serra Ligeiro escorregadio A agua era cristalina Que dava pra ver o chão Ia cortando a floresta Na direção do sertão Lembrança ainda me resta Guardada no coração...
E tudo era azul celeste Brasileiro cor de anil Nem bem começava o ano Já era final de Abril O vento pastoreando Aquelas nuvens no céu... Fazia o mundo girar Veloz como um carrossel E levantava a poeira E me arrancava o chapéu
Ah o tempo faz, tempo desfaz E vai além sempre...
A vida vem lá de longe É como se fosse um rio Pra rio pequeno canoa Pros grandes rios navios E bem lá no fim de tudo Começo de outro lugar Será como Deus quiser Como o destino mandar No rastro da lua cheia Se chega em qualquer lugar!